Fofoca

Em nova manifestação, professores e estudantes “enterram” educação de Lauro de Freitas

10 de Julho de 2015 - Carolina Motta

O tratamento da gestão do prefeito Márcio Paiva (PP) para com a educação do município é alvo de diversas críticas há pelo menos dois anos

A gestão do prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva (PP), se complica a cada dia que passa. Depois de mudar de secretário de educação por três vezes em menos de dois anos, professores e alunos continuam insatisfeitos com a administração do gestor. Prova disto foi a manifestação realizada nesta sexta-feira (10), que contou com a participação de alunos, docentes e funcionários de diversas escolas da rede municipal. Vestidos de preto e carregando um caixão, manifestantes simbolizaram luto pela situação da educação na cidade.
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Manifestantes percorreram as ruas da cidade

Desde o início de 2014, o Portal BAHIA NO AR tem noticiado a crise que envolve o referido setor, em Lauro de Freitas. São constantes as denúncias da população sobre o descaso com os profissionais da área e estudantes. Entre as principais queixas estão as condições físicas precárias das unidades escolares, falta de equipamentos como cadeiras e déficit de funcionários, sobretudo de professores. No início deste ano, alunos chegaram a realizar rodízio para reversar os assentos insuficientes, segundo relatos de um morador. Em outro momento, o vereador Lula Maciel (PT), revelou que aproximadamente milhares de alunos estavam fora da sala de aula por falta de professores nas escolas. O parlamentar informou na ocasião, que o contrato de professores no município através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), iniciado em 2013, foi cancelado em dezembro de 2014, pelo prefeito Márcio Paiva. Entretanto, Lula afirmou que um novo processo seletivo foi feito em fevereiro de 2015, com o ano letivo já em curso, mas que até hoje nenhum professor aprovado teria sido contratado. O acúmulo de problemas, sem resolução, culminou na greve da categoria, em 18 de maio deste ano, justamente por conta do número inferior de professores e auxiliares de classes existentes nas escolas. A paralisação durou 14 dias.

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