Apesar de greve nos Correios, há alternativas para entrega de correspondências
15 de Setembro de 2011 - PiatãExistem alternativas para o envio de documentos e produtos para outras cidades ou estados, apesar da greve dos Correios. Os pagamentos de conta podem ser realizados nas próprias agências, já que o funcionamento do Banco Postal está garantido.
É possível também fazer empréstimos, solicitar cartão e receber benefícios do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) por meio do Banco Postal nas agências, que mesmo com a greve continuam abertas, já que a paralisação dos carteiros não inclui os atendentes que trabalham nas unidades dos Correios.
Estão mantidas a entrega diária de cartas e encomendas, afirmou opresidente da Empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, em entrevista coletiva. Oliveira destacou, no entanto, que existe a possibilidade de atraso por conta da paralisação.
Já os serviços com hora marcada, como Sedex 10, Sedex Hoje e Disque-Coleta, foram suspensos. Para tentar minimizar os prejuízos à população, foi colocado em ação um plano de contingência, que inclui contratação de recursos, realocação de empregados e realização de horas-extras.
Alternativas - A população pode recorrer ainda a serviços de entrega privados para enviar documentos e produtos em um curto espaço de tempo, além dos serviços que não foram interrompidos com a suspensão dos trabalhos dos carteiros .
As empresas aéreas trabalham com envios de documentos e mercadorias com até 200 quilogramas. Os preços variam, por exemplo, de R$ 32 a R$ 95, em uma entrega de Salvador a São Paulo, conforme a urgência e o peso do material. As empresas de ônibus também trabalham com entregas, e praticam preços menores se comparados aos das áreas e dos próprios Correios, mas, por outro lado, os prazos de entrega são maiores.
Greve - De acordo com os sindicalistas, a adesão à greve aumentou neste segundo dia de movimento.
O vice-presidente do sindicato, Joaquim Apolinário, diz que os Correios contratou trabalhadores terceirizados para manter o atendimento ao público e entregar as cartas. "Estão usando pessoas sem vínculo para entregar o Sedex, o que não é permitido pelo Ministério Público. Apenas concursados podem trabalhar como carteiro, que é a atividade- fim da empresa", explica Apolinário.
A paralisação dos carteiros começou ontem em todo o país. Os trabalhadores decidiram interromper os trabalhos para reivindicar piso salarial de 3,5 mínimos ou aumento real de R$ 400, além da reposição de perdas salariais entre 1994 a 2010 (24,76%), cesta de alimentação e refeição no valor de R$ 300 e redução da jornada de trabalho para seis horas diárias. A greve nacional foi aprovada na noite de terça-feira, 13, após assembleia de funcionários.
As informações são do A Tarde.
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