Sistema de transporte de Simões Filho ainda é problema para população
24 de Fevereiro de 2012 - PiatãA maior preocupação de quem depende do sistema de transporte coletivo é o cumprimento do horário no trabalho.

Um sistema de transporte público eficiente é o sonho de quem precisa utilizar com frequência os ônibus coletivos. Atrasos, carros cheios e falta de manutenção são reclamações constantes dos moradores do município de Simões Filho, que pedem uma solução para a situação.
Pior ainda para quem mora distante do centro da cidade. Como é o caso de um morador do bairro Santo Antônio Rio das Pedras. Morador do lugar há 28 anos, o morador conhece bem as dificuldades que enfrenta para chegar ao seu destino utilizando o transporte coletivo da cidade. “É péssimo. Tiraram os carros pequenos, colocaram os grandes para ficar melhor e eu não vi melhora nenhuma”.
O morador disse que o atraso dos ônibus não era comum. “Antigamente passava ônibus toda hora. Eram cinco minutos, dez minutos, mas hoje isso aqui está uma verdadeira desordem. Tem vezes que eu fico até uma hora e meia no ponto esperando um ônibus para ir trabalhar”, disse.
A situação piora mais ainda em dias de feriado e nos finais de semana. O morador, de forma exagerada, diz que é necessário dormir no ponto para conseguir pegar um ônibus. “Dia de domingo a gente tem que dormir praticamente. A gente sai de casa para ir à igreja com a família e não acha carro, não existe carro cedo aqui em Santo Antônio Rio das Pedras”, afirma.
A maior preocupação de quem depende do sistema de transporte coletivo é o cumprimento do horário no trabalho. “Quando eu chego no trabalho para bater o cartão e começar o expediente, o cartão não está mais no quadro. Aí a gente perde o dia e corre o risco de perder o emprego. E aí, quem mantém a minha família?”, questiona.
Incomodados com os constantes atrasos, os moradores entraram em consenso e decidiram se queixar com a cooperativa responsável pela linha que roda na cidade. “Procuramos a cooperativa para reclamar e ninguém resolveu nada até agora. O povo já está falando até em queimar os carros da linha, mas a culpa não é dos donos dos veículos, é da cooperativa que tem que colocar mais carros para atender a população”, esclarece.
Por Henrique da Mata
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