Economia

Alimentos voltam a aumentar depois de duas deflações seguidas, diz IBGE

23 de Julho de 2019 - Redação Pernambués agora
[Alimentos voltam a aumentar depois de duas deflações seguidas, diz IBGE]

Dos nove grupos de produtos e serviços que formam o IPCA-15, seis tiveram altas em julho, na Região Metropolitana de Salvador.

Em julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que funciona como uma prévia da inflação oficial do mês, voltou a acelerar na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ficando em 0,13%. Em junho, havia sido de 0,03%. Dos nove grupos de produtos e serviços que formam o IPCA-15, seis tiveram altas em julho, na Região Metropolitana de Salvador. Os maiores aumentos ocorreram em Despesas Pessoais (0,51%) e Alimentação e Bebidas (0,40%).
Por serem os que mais pesam nos orçamentos das famílias da RMS, os alimentos exerceram a principal pressão de alta na prévia da inflação de julho. Eles voltaram a aumentar após dois meses seguidos com quedas média de preços, período em que contribuíram e forma importante para a desaceleração do IPCA-15. A alta de teve maior influência dos itens consumidos no próprio domicílio (0,51%), mas alimentação fora de casa (0,15%) também contribuiu.
Dos cinco itens que mais puxaram a prévia da inflação da RM Salvador para cima em julho, quatro foram alimentos: cebola (36,23%), batata-inglesa (18,55%), pão francês (2,14%) e lanches fora de casa (0,98%). Entretanto, o item que, sozinho, teve a maior contribuição para o IPCA-15 do mês na RMS não foi um alimento, e sim a taxa de água e esgoto (4,45%), refletindo reajuste anunciado em meados de junho. Esse aumento ajudou a puxar o avanço do grupo Habitação (0,24%).
Dentre as Despesas Pessoais (0,51%), destacaram-se as pressões vindas dos gastos com recreação (1,71%), sobretudo com cinema (10,38%) e alimento para animais (5,95%). Por outro lado, Vestuário (-0,90%) e Transportes (-0,26%) foram os grupos de produtos e serviços que mais contribuíram para segurar o IPCA-15 de julho, a Região Metropolitana de Salvador. O primeiro teve influência forte das roupas em geral (-1,17%), tanto masculinas (-1,24%) quanto femininas (-1,12%), enquanto o segundo foi puxado pela queda média no preço da gasolina (-1,57%) e do etanol (-2,50%).

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