Taxa de desemprego segue estável, mas atinge menor índice da história para o período
30 de Maio de 2025 - Redação Pernambués agora
Foto: Sindicato dos Comerciários de São Paulo
A taxa de desocupação no Brasil manteve-se estável no trimestre de fevereiro a abril de 2025, ficando em 6,6%, conforme divulgado nesta quinta-feira (29) pelo IBGE. Apesar da estabilidade frente ao período anterior, esse é o menor índice já registrado para o trimestre encerrado em abril desde o início da série histórica.
Em comparação ao trimestre encerrado em janeiro, quando a taxa foi de 6,5%, o leve aumento de 0,1 ponto percentual aponta para um cenário de constância no mercado de trabalho.
“O cenário atual reforça a estabilidade observada no início do ano, indicando boa absorção dos empregos temporários gerados no final de 2024”, analisou William Kratochwill, responsável pela Pnad Contínua do IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 15,4%, também considerada estável ante o trimestre anterior (15,5%). Já na comparação anual, a queda foi de 2 pontos percentuais.
Cerca de 7,3 milhões de brasileiros estavam desocupados entre fevereiro e abril. O número representa estabilidade frente ao trimestre anterior (7,2 milhões), mas uma queda de 11,5% em relação ao mesmo período de 2024, com menos 941 mil pessoas desempregadas.
O total de pessoas ocupadas chegou a aproximadamente 103,3 milhões – também estável frente ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 2,4%, o que representa mais 2,5 milhões de ocupados.
O nível de ocupação alcançou 58,2% da população em idade para trabalhar, mantendo-se constante desde o trimestre anterior. Quando comparado ao mesmo trimestre de 2024 (57,3%), observou-se avanço de 0,9 ponto percentual.
A informalidade, por sua vez, atingiu 37,9% da população ocupada, o equivalente a 39,2 milhões de trabalhadores. Esse número é inferior ao registrado nos dois comparativos anteriores – 38,3% no trimestre anterior e 38,7% no mesmo período de 2024. O IBGE atribui essa redução à estabilidade tanto dos trabalhadores sem carteira assinada quanto dos que atuam por conta própria, além de um leve crescimento anual deste último grupo (2,1%).
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