Prefeitura de Simões Filho discute soluções para transporte público urbano
11 de Maio de 2017 - Aline Mendes
Membros do Poder Executivo Municipal, entre eles o prefeito Diógenes Tolentino, dos Poderes Legislativo e Judiciário, entre eles, a Promotora de Justiça, Lara Ferrari Fonseca, entidades representativas e membros da sociedade civil organizada em discutiram, na manhã desta quarta-feira (10), o sistema de transporte público urbano de Simões Filho.
“A audiência pública serviu para ouvirmos da população o que ela está achando do transporte público. Estamos vivendo em uma época em que precisamos nos adequar à nossa evolução humana e pensar na comunidade como um todo”, defendeu a promotora.
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi assinado entre a Prefeitura e o Ministério Público em dezembro de 2012, mas nunca foi cumprido pela gestão anterior. “Entendemos que a legalização do transporte público vai acabar com vários problemas existentes. A posição do Ministério Público é que o transporte seja licitado”, afirmou a promotora.
Em seu pronunciamento, o gestor simõesfilhense garantiu que todas as resoluções para os diversos problemas apontados pela população e às cobranças feitas ao poder público municipal serão tratadas “de forma democrática, com diálogo, sem imposições”.
“Vamos sentar com cada representante da categoria para discutirmos o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) elaborado pelo Ministério Público, inclusive com o aditivo que foi proposto pela promotora Lara”, afirmou o prefeito Dinha.
Dona Edna, 64, moradora do CIA 2 e coordenadora da Infância e Adolescência Missionária Diocesana da Igreja de São Miguel, foi uma das que fizeram o uso da palavra e cobrou mais respeito aos usuários do sistema por parte de motoristas e cobradores do transporte coletivo.
“Infelizmente, os transtornos e as humilhações que as pessoas passam com os micro-ônibus e vans são um desrespeito. Não é justo quando eles passam e não param para passageiros idosos. Nós precisamos usar o serviço, nós trabalhamos, nós precisamos ir ao médico. Por isso, queremos ter o direito de usar os carros, sem precisar ficar ouvindo piadinha”, desabafou. Um novo encontro será marcado para discutir pontos do TAC.
Fonte Ascom
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