Amigos e familiares homenageiam centenário de Riachão com missa, cortejo e roda de samba no Garcia e Pelourinho
15 de Novembro de 2021 - Jornal Correio
Dia em que sambista Riachão completaria 100 anos, familiares e amigos comemoram a data com missa e um cortejo no Garcia, além de um sósia do cantor e baianas que animaram a festança
No dia em que o sambista Riachão completaria 100 anos, neste domingo (14), familiares e amigos comemoram a data com missa e um cortejo no Garcia, com tambores e trompetes que tocavam músicas do artista, além de um sósia do cantor e baianas que animaram a festança com danças e rodadas de saia.
A comemoração terminou com uma roda de samba na Cantina da Lua, no Pelourinho, onde filhos, netos, amigos e sambistas que acompanharam o baiano durante seus 98 anos de vida, levaram um pouquinho de sua alegria para os soteropolitanos.
O filho de Riachão, Jonylson Seixas, 59 anos, explica que seu pai sempre gostou de casa cheia e sempre fazia reuniões em casa com amigos e cantores, em que ele preparava feijoada para todo mundo e era cantoria o resto do dia.
Segundo familiares, Riachão cantava muito no dia-a-dia. Jonylson Seixas contou ao Correio, que até nos últimos dias de vida do seu pai, ele usava as músicas para driblar a dor e sempre estava ali, de pé, a valorizar a vida e as mulheres. De acordo com o sambista, ninguém estaria vivo se não existisse a mulher e ele as enaltece em diversas canções.
“Ele era uma pessoa muito divertida. Quando aparecia uma mulher, ele silenciava e dizia: ‘não fale comigo agora não, que eu vou admirá-la’. A gente dava muita risada, era fantástico. E ele não demonstrava tristeza, ninguém conseguia ver ele chorando”, relatou Jonylson.
O cantor morreu dormindo abraçado a sua filha, Jenise Seixas no dia 30 de março de 2020, por causas naturais.


Planos futuros
Vera Bassin, da empresa Viver Projetos, que vai dar continuidade aos planos da vida de Riachão de forma gratuita, explica que eles vão transformar a casa do sambista em uma associação, que vai levar o nome dele e levar o seu legado adiante, com oficinas e workshops.
Na data de falecimento do sambista, dia 30 de março, a Viver Projetos tem a intenção de lançar a biografia e o documentário sobre a história e a vida de Riachão. Já em novembro de 2022, a empresa vai lançar o Festival Riachão, aqui em Salvador. A iniciativa da festa, segundo Vera, é revelar outros artistas e compositores para mostrar a qualidade do que se tem na Bahia.
Foto: Marina Silva / Correio
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